Deploy: Cenário: Azure App Service + Github + SQL Server
Jenkins
Source: Dev.to | Jan 08, 2026 (UTC)
Introdução
Deploy não é um botão. É um processo consciente de levar software para o mundo real. Geralmente quando não temos conhecimento sobre os processos de deploy ficamos com algumas questões pendentes em nossa mente:
Onde o código roda?
Como ele chega lá?
Como ele acessa o banco?
Como configuro sem expor segredo (secret)?
Como atualizo sem quebrar tudo?
Vamos passar por todo esse processo com aplicação em um cenário real.
As peças do cenário que vamos montar
Azure App Service: onde a aplicação roda
Github: onde seu código vive
Github Actions (opcional, mas recomendado): automação de build e deploy
Azure SQL Database (SQL Server): onde seus dados ficam
Como já vimos nos tipos de servidores, podemos dizer que o Azure Service é um serviço gerenciado. Isso significa que você:
Não cria servidor
Não instala Windows/Linux
Configura IIS, Kestrel, Nginx manualmente
1.1 App Service
A plataforma Azure cuida de todas essas questões pra você e quando você cria um App Service, você está definindo
Runtime (ex: .NET 8)
Plano de hospedagem (CPU / memória / custo)
Região (onde o servidor fica)
Que resulta em uma URL pública e um ambiente pronto pra a execução do seu código:
https://minha-api.azurewebsites.net
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Nesse momento, não tem código nenhum rodando ainda.
1.2 Como o código chega na Azure? (Github Actions)
Após a configuração do Azure App Service ser concluída precisamos efetivamente subir o nosso código de um determinado repositório para o Azure. Em nossa abordagem vamos utilizar o Github Actions e entender o problema que ele resolve.
1.1.1 Processo manual
Antes do Github Actions, o deploy normalmente era assim:
O desenvolvedor faz o seguinte processo:
Compila local
Publica manualmente
Sobre arquivo por FTP
Esse processo gera problemas como inconsistência, erro humano, falta de histórico e deploys imprevisíveis
1.1.2 Github Actions
Podemos dizer que o GitHub Actions é um robô configurável que roda dentro do GitHub sempre que algo acontece no repositório.
Esse “algo” pode ser:
push
pull request
criação de tag
horário agendado
Esse robô pode compilar código, rodar testes, gerar build, fazer deploy, enviar notificações, etc. Isso tudo só acontece porque um workflow é configurado.
1.3 O que é um workflow e o que ele tem a ver com tudo isso?
Um workflow é um arquivo .yml que diz sugere: “Quando X acontecer, execute Y passos nessa ordem”, então, por exemplo:
SE alguém fizer push na branch main ENTÃO: - compile - teste - publique - faça deploy
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E esse arquivo fica em:
.github/workflows/deploy.yml
Enter fullscreen mode
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Esse arquivo é código, portanto, o Deploy passa a ser versionado, auditável e repetível.
2. Criando o SQL Server no Azure
Ao criar um banco de dados no Azure, você já vai ter backup automático, alta disponibilidade e sem precisar instalar nada.
Ao final do processo você vai ter o nome do servidor, nome do banco, usuário e senha. Essas informações nunca deve ir no código.
Quando você cria o Azure SQL Database, o Azure cria duas coisas:
2.1 Servidor Lógico (SQL Server)
Não é uma VM (Virtual Machine) e sim um endpoint gerenciado para autenticação e conexões. Esse servidor:
Pode ter vários bancos
Centraliza segurança
Controla firewall
No portal do Azure:
Azure SQL → Create
Você define:
Server name → meu-servidor.database.windows.net
Admin login
Senha
2.2 Banco de dados
Dentro do servidor:
Você cria o banco nomeDoBanco
Define
Camada (Basic / General Purpose / Business Critical)
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